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5 de junho, 2017 | Autor(a): Guilherme Aroeira

Raquel Hallak

(Foto: Eugenio Savio)

Nascida em São João del Rey, Raquel Hallak é um dos nomes mais fortes do cinema em Minas e no Brasil. À frente da Universo Produção, Raquel é coordenadora das mostras de cinema de Tiradentes, Ouro Preto (Cineop)  e Belo Horizonte (Mostra BH). “Vim para Belo Horizonte estudar na PUC. Dentro da faculdade, comecei a estagiar na minha área. Desde então, já são 20 anos morando aqui”, ela conta.

Sinal verde: Coletivos dos movimentos sociais e culturais

Nos últimos tempos, têm surgido com muita força, em BH, movimentos sociais que se mobilizam em torno de demandas relegadas a segundo plano pelo governo. Esses coletivos promovem encontros e mobilizações e têm se dedicado a apontar contribuições para as demandas e questões da cidade, além de estabelecer diálogo e representatividade das comunidades com órgãos públicos.

Sinal amarelo: Manutenção da Praça da Liberdade

Fiquei assustada com o aspecto de abandono da praça da Liberdade. A sujeira, mendigos morando no local, jardins malcuidados. Fica aqui o sinal de alerta para este espaço público de grande importância turística, histórica e de convívio social. A praça é emblemática em seu contexto e merece toda atenção e investimento para manter sua função de convergência e convívio.

Sinal vermelho: Destino da Fundação Municipal de Cultura

Além de estar sem nomeação do presidente, a fundação está estagnada, aguardando aprovação na Câmara sobre seu destino. O setor cultural não foi convidado para dialogar e ninguém sabe responder o que está por vir. Para piorar a situação, o acervo do Museu da Imagem e do Som está sob ameaça, já que pode ser transferido para um local que não tem condições de abrigá-lo.

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