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Tudo BH
16 de novembro, 2015 | Autor(a): Graziella Gianinni

Radicalismos e o começo do fim

isolamento

O tempo todo somos engolidos por informações pesadas na televisão. Assaltos, mortes, acidentes, tragédias… Mas nada se compara ao que tem acontecido com o mundo há algum tempo.

A intolerância tem sido o argumento do mundo para agir e reagir contra quem quer que seja o “do contra”. Mas contra o quê? A gente se pergunta. Afirmo que nem eles sabem.

O radicalismo tem se multiplicado em uma velocidade absurda, a maldade e o coração amargo tem tomado conta das pessoas e estou certa de que isso só pode resultar e mais coisas ruins.

Vamos compreender que qualquer radicalismo só nos leva para lugares remotos. A dor de ser o “dono da verdade” é forte demais e traz muita coisa junto disso. E nenhuma delas é boa.

O radical começa na discussão no trânsito, no bate-boca sobre o futebol, moda, política, história. O radical é ardiloso, se ilude em seu mundo cinza e consegue levar alguns com ele. O radical não tem ponto de vista, ele tem certeza. Ele afirma categoricamente que seu lado é o melhor a ser considerado e que você se torna soberano caminhando na mesma direção. O radical se multiplica.

Hoje ele é seu chefe, seu colega na academia, seu vizinho, o parceiro na dança, o amigo de infância…

Prezado radical, seja você quem for, apenas pare.

Vamos caminhar juntos para compreender que o mundo é colorido pois tem lugares para todas as cores. As pessoas são livres e as escolhas, assim como as consequências, são de responsabilidade de cada um. Lembre-se disso.

Não deixemos que o começo do fim se aproxime. Temos muito que aprender, ainda. Não vamos deixar que a maldade seja mais forte que o bem, que o amor, que a parceria, que a caridade, que a ternura, a empatia.

Não vamos colocar o ódio e pensamentos egoístas na frente da cortesia, do carinho.

Pare. Apenas pare… Ao menos para refletir.

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