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Tudo BH
1 de fevereiro, 2016 | Autor(a): Graziella Gianinni

Pessoas de vida fácil…

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A vida nos dá algumas chances que a gente duvida, questiona e até finge de bobo, e assim, passamos direto. A gente não está acostumada com as coisas fáceis, afinal.

Daí, a vida dá mais uma, duas, três chances… A teimosia impera e a gente não entende. “Onde já se viu? Coisa fácil assim…”, e passamos direto outra vez.

Estamos acostumados a construir nossa vida carregando tijolo por tijolo, debaixo de sol escaldante, descobertos e sem apoio. “O que seria de mim se conseguisse as coisas com facilidade?” A gente pensa com convicção.

O fato, caro leitor, é que às vezes as coisas são fáceis sim. Simples. Muitas vezes a gente, de olho nos tijolos e preocupados com o sol escaldante, não consegue perceber que logo ali do lado tem uma sombrinha ou um chapéu que pode fazer da nossa labuta algo mais suave.

A gente acredita que o trabalho precisa ser árduo. E eu endosso isso. Digo sim, o trabalho precisa ser a base da vida de todos nós. O que quero chamar a atenção aqui, é que as coisas precisam ser observadas sempre por mais de uma perspectiva. As coisas podem ser fáceis sim. Mais leves, com certeza. Mais simples? É claro!

Antes que eu seja mal interpretada, este texto não é contra quem carrega os tijolos e sim, a favor de deixarmos um sombreiro quando percebemos que alguém está com mais dificuldades que a gente. E, claro, deixe que a pessoa perceba que está ali de bom coração.
O exemplo dado pode ser colocado em prática no dia a dia. É fácil trazer para a realidade reflexões como estas: dê a vez na fila quando perceber que alguém está com pressa. Ofereça para carregar algo, dê licença, ofereça um lanche para alguém, dê apoio com o olhar, abrace, sorria.

Eu sei que você está lendo isso e pensando: “Que demodê…”
Sim, a gentileza e a caridade caíram em desuso. Vamos mudar isso?

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