1 de dezembro, 2017 | Autor(a): Maíra Leni

Movimento boêmio

Férias, festas de fim de ano e o verão. Nada melhor que valorizar um importante patrimônio de Belo Horizonte: os botecos. Não é à toa que a cidade é orgulhosamente conhecida como a capital dos bares e botecos. Afinal, o movimento boêmio é muito forte, com uma pluralidade de estabelecimentos que atraem turistas de todos os lugares.

Orgulhosamente, BH tem aproximadamente 9,5 mil bares e botecos cadastrados. Isso dá uma média de 28 casas a cada quilômetro quadrado, considerando a área total de limite do município, que é de 332 km², segundo levantamento da prefeitura, realizado em outubro.

divulgação

Ainda segundo dados do registro de atividades econômicas da PBH, mapeadas a partir da utilização dos dados espaciais e da base cartográfica da empresa de informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel), os bairros da cidade que concentram o maior número de estabelecimentos são: região central, com 704; Savassi, com 235; e Santa Efigênia, com 192, seguidos do Barro Preto (169), Lourdes (157), Barreiro (142), Sagrada Família (138), Prado (132), Floresta (132) e Padre Eustáquio (130).
Segundo o presidente da Prodabel, Leandro Garcia, este levantamento é apenas um exemplo da capacidade do setor. “Neste caso, nosso papel foi transformar as informações disponíveis em nosso sistema de gestão e nos cadastros da prefeitura, em um mapa. Com isto, foi possível demonstrar quais bairros, ruas e avenidas possuem maior concentração de estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas”, informa ele.

Arquivo pessoal

Para o vereador Gabriel Azevedo, o hábito de frequentar barzinhos é um tradição cultural da cidade. “As atividades ligadas ao segmento de bares são fundamentais para a geração de emprego e renda para uma parcela significativa da população da capital. A cidade sempre teve vocação para o lazer. A vida noturna de BH atrai atenção de gente de vários pontos do país e até do exterior. Tomo como exemplo o sucesso do segmento da produção das cervejas artesanais”, salienta.

Tomando como exemplo o sucesso do segmento da produção das cervejas artesanais o vereador completa que a cidade já é reconhecida com um dos polos cervejeiros do país. “Muitos turistas buscam os bares da capital querendo provar as cervejas feitas aqui. Sem contar os festivais de comida de boteco, que também movimentam a economia belo-horizontina”, completa Gabriel Azevedo.

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