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Tudo BH
11 de julho, 2017 | Autor(a): Guilherme Aroeira

Massimo Battaglini

Foto: Pedro Vilela / Agencia i7

Italiano de nascimento, mas brasileiro de coração. Assim pode ser considerado o chef Massimo Battaglini, nascido em Veneza, mas radicado em Belo Horizonte desde 1998. Ele explica como surgiu sua relação com a cidade: “Quando tinha 23 anos, estava fazendo um mochilão pela América do Sul e acabei vindo para BH. Essa visita não estava programada e acabou acontecendo. No final das contas, gostei da cidade e fiquei aqui desde então.”

Ainda nos anos 1990, o chef abriu a Osteria Mattiazzi, uma das referências na culinária italiana na cidade. Desde então, ganhou destaque na cena gastronômica da capital, sempre com criações únicas e marcantes.

Sinal verde: O povo e seu astral

“O que mais gosto na cidade é o jeito das pessoas. Belo Horizonte é uma capital decente, em que as pessoas mantêm relações mais próximas, algo que você não vê em outras cidades. A qualidade dos relacionamentos, o clima, o astral, tudo isso é um grande diferencial”, comenta Massimo.

Sinal amarelo: O trânsito confuso

“Das coisas que BH precisa melhorar, acredito que seja o trânsito, que tem ficado cada vez mais confuso e dificultoso, falta uma gestão pública melhor. Quando eu cheguei em Belo Horizonte, a cidade era considerada uma das melhores capitais do Brasil”, cobra.

Sinal vermelho: Violenta desigualdade

“A violência, a distribuição de renda desigual, a preservação e o bom uso do dinheiro público, maiores investimentos e resultados na educação. Tudo isso se correlaciona. É um conjunto de fatores, fruto da história recente da cidade e do Brasil também. E a impressão é de que isso vem piorando nos últimos anos, ao invés de ter uma melhora”, lamenta.

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