26 de junho, 2017 | Autor(a): Guilherme Aroeira

Juliana Couto Martins

À frente, há mais de duas décadas, da empresa Verde Musgo, a arquiteta e paisagista Juliana Couto Martins se

Foto: Pedro Vilela / Agencia i7Ver

orgulha da cidade em que nasceu e vive. Para ela, apesar do constante crescimento, Belo Horizonte ainda consegue manter sua essência: “A paisagem mudou bastante nos últimos anos. Muitas construções, prédios, ruas e avenidas novas. Apesar disso, ainda mantém este ‘jeito’ mineiro do interior: aconchegante, onde as pessoas se cumprimentam e transmitem amizade e hospitalidade. É muito diferente de outras capitais”, opina.

Sinal verde: Beleza, cultura e sabor

“Me atraem os conjuntos arquitetônicos, como a praça do Papa, a lagoa da Pampulha, o parque municipal, junto da cena cultural, que é muito forte, com várias iniciativas bacanas, como o Palácio das Artes, o CCBB e o Museu Inimá de Paula. Tem muita coisa acontecendo na cena. É uma cidade que é o berço dos grupos Galpão, Corpo e Primeiro Ato. Além disso, temos os barzinhos e cafés que são muito charmosos, muito aconchegantes, com uma gastronomia bem diferenciada”, comemora.

Sinal amarelo: Incentivo e divulgação

“Apesar de ser uma cidade pulsante em produção cultural, falta mais incentivo e atenção à cultura e à arte produzidas na capital. Mais divulgação e mais apoio para essas iniciativas seriam muito bem-vindos”, pondera.

Sinal vermelho: Eficiência e qualidade de vida

“As questões públicas, são só em Belo Horizonte, mas no Brasil como um todo. A cidade precisa de melhor engenharia de trânsito, obras que funcionem, educação, saúde. Não só gastar rios de dinheiro, mas fazer esses serviços essenciais serem realmente eficientes”, cobra.

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