16 de janeiro, 2016 | Autor(a): Tudo BH

Juju Norremose

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Quando o assunto é vida saudável, Júlia Norremose, ou Juju Norremose como é mais conhecida, é uma personalidade influente no mundo virtual. Com 180 mil seguidores em sua conta no Instagram, a mineira é referência para a prática de exercícios físicos e alimentação.

Obstinada a manter o estilo, Juju está sempre à procura de locais para atividades físicas e boas refeições. “Eu gosto muito da região do Vila da Serra e do Belvedere e uso espaços desses locais para realizar exercícios físicos, como as praças, por exemplo.” A advogada conta que não é muito festeira, então, seus programas costumam girar em torno da gastronomia. “Gosto muito de ir a restaurantes, como o Taste Vin e o Alma Chef ou a algum lugar de comida japonesa. Sempre procurando por opções saudáveis.”

Assumidamente apaixonada pela capital, Juju conta que, apesar de viajar muito, nunca morou em outro lugar. Quando pensa na cidade é categórica: “Não tem jeito, o que mais me faz lembrar de BH é a vista maravilhosa que temos para a serra do Curral”.

Sinal verde: jeito mineiro

“O que mais gosto é do jeito aconchegante que o mineiro tem de ser”, afirma. A hospitalidade e a simplicidade, adjetivos comumente associados à imagem de Minas Gerais, são características que deixam Juju muito satisfeita com o local em que mora. “Belo Horizonte é uma cidade grande sem muito ar de metrópole e isso é encantador.”

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Sinal amarelo: pedalada arriscada

Quando o assunto são melhorias na cidade, Juju acredita que as ciclovias merecem mais atenção. “Já temos várias pistase, mas é preciso organizar melhor, como, por exemplo, as ciclovias em cruzamentos e outras áreas perigosas. É preciso dar mais segurança ao ciclista.” Ela espera que ainda cresça o número das pistas ma cidade como forma de amenizar o trânsito, além de ser uma opção para a prática de exercício físico.

Sinal vermelho: mais espaços públicos

Juju reconhece que a carência de infraestrutura para o trânsito é um dos grandes problemas da capital, mas se atenta para outra questão: a necessidade de aumentar os espaços coletivos. “Faço bastante exercício físico em praças, mas elas são pequenas e poderiam ser maiores para possibilitar mais atividades”, diz. Ela acredita que essa ainda seria uma forma de incentivar ainda mais a prática dessas atividades.

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