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17 de julho, 2017 | Autor(a): Guilherme Aroeira

Gabriel Azevedo

Foto: Pedro Vilela / Agencia i7

Gabriel Azevedo é publicitário, jornalista, advogado, professor de direito constitucional e um dos novos nomes da política na capital. Eleito vereador pelo PHS nas eleições municipais de 2016, Gabriel nasceu e cresceu em um apartamento na rua dos Tupis, no centro, onde mora até hoje. Apaixonado por Belo Horizonte, ele conta um pouco de sua história com a cidade: “Estudei desde cedo no Instituto de Educação, cresci sempre fazendo o caminho em frente ao parque municipal, frequento o centro, o hipercentro da cidade, a região do bairro Floresta.” Ele ainda destaca o celeiro de startups. “É uma prova da resiliência, e da capacidade de organização do cidadão.”

Sinal verde: População admirável

“O belo-horizontino é incrível. A maneira que nosso povo tem de recepcionar as pessoas, além da capacidade de se organizar, como o caso do Carnaval, que foi uma iniciativa totalmente popular. Temos pessoas que insistem em pedalar pela cidade e realizam fenômenos culturais alternativos como o Espanca!, o Duelo de MCs e o coletivo fotográfico que fez uma exposição no último andar do Acaiaca.”

Sinal amarelo: Sustentabilidade pontual 

“Belo Horizonte ficou conhecida como ‘cidade jardim’, mas, hoje, precisamos pensar em sustentabilidade além de arborização. Há metrópoles em outros países onde os bairros tem captação de energia fotovoltaica, sistema de aproveitamento de esgoto. São pequenas modificações que podem ser implantadas, tanto pelo cidadão, quanto pelo poder público, que vão melhorar em qualidade de vida.”

Sinal vermelho: Cidade para caminhar

“Não temos um plano-diretor avançado para melhor uso da cidade pelo pedestre. Locais como a rua Sapucaí e o hipercentro poderiam ser melhor aproveitados com mais restaurantes, bares, lojas e fechados apenas para pedestres, deixando a cidade mais amigável e valorizando os espaços culturais e históricos.”

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