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17 de janeiro, 2017 | Autor(a): Tudo BH

Exposição retrata relação de Franz Kafka com Praga

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

A Fundação Municipal de Cultura abre ao público, no Teatro Marília, a exposição “Franz Kafka e Praga”. A mostra conta com painéis fotográficos sobre o escritor tcheco Franz Kafka e seu relacionamento com a cidade de Praga, capital da República Checa. A exposição fica em cartaz até o dia 19 de fevereiro, e pode ser visitada de segunda a quarta, das 10h às 18h; sexta, das 9h30 às 21h; sábados e domingos, das 14h às 21h. A entrada é gratuita

Os painéis fotográficos da exposição apresentam diversos momentos da vida do escritor tcheco. Sua infância, lugares por onde passou, sua família e seus amores, até os seus últimos dias em um sanatório, onde faleceu em 1924 devido à tuberculose. Ainda estão expostos nos painéis as capas das primeiras edições de seus livros, alguns manuscritos e vários documentos. Cada painel é acompanhado de um breve texto do próprio Franz Kafka que está relacionado àquele momento de sua vida.

Muito discutido, mas nem sempre compreendido, o autor produziu textos desconcertantes e originais, na temática e na forma. A exposição permite considerações sobre a biografia, pensamentos e obra do autor, que tem a capacidade de demonstrar a alma e o ser social com todas as suas contradições. Kafka só obteve reconhecimento anos depois de sua morte, tornando-se um dos escritores mais importantes na história da literatura mundial. Entre suas obras mais influentes e marcantes, estão “A Metamorfose”, “O Castelo” e “O Processo”.

Sobre Franz Kafka

Nascido em Praga me 1883, o escritor tcheco de língua alemã era filho de um comerciante judeu muito abastado e cresceu sob a influência das culturas judia, tcheca e alemã. Fez parte, junto com outros escritores da época, da chamada Escola de Praga, movimento cuja criação artística era alicerçada em uma atração pelo realismo, a metafísica e uma síntese entre uma racional lucidez e um forte traço irônico. Sua obra retrata as ansiedades e a alienação do homem do século XX.

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