12 de janeiro, 2018 | Autor(a): Maíra Leni

BH que eu amo: Douglas Drumond

Crédito: Edy Fernandes

Um bom caminho

Miami, Barcelona, Paris, Califórnia…Mesmo morando em todos esses lugares, o empresário e jornalista por formação Douglas Drumond voltou para BH para o aconchego e o abraço apertado da família. “Nasci em Belo Horizonte. Estudei aqui até o 2° grau. Mas queria cursar hotelaria e aqui na capital não tinha. Mudei e morei em muitos países”, lembra.

O sobrenome forte carrega grandes empreendimentos do ramo hoteleiro dentro e fora da capital. Assumindo a direção do Green Park há 8 meses, Douglas conta que os negócios o trouxeram de volta para BH. “A hotelaria foi inserida na minha vida, e hoje é o que me dá retorno financeiro. Cheguei a pensar em abrir um hotel no Rio de Janeiro, mas desisti. Eu gosto de trabalhar aqui. Se você está ocupado em BH, é ótimo, porque você consegue cumprir os compromissos, diferente de outras cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.”

Sinal verde: Amizade

“Os belo-horizontinos são solícitos. É o que eu mais gosto aqui. Meus melhores amigos são de BH. O jeito que as pessoas recebem uns aos outros é impressionante. Principalmente nos restaurantes. Eu janto fora todos os dias. Os dois locais que eu mais gosto são o Alma Chef e um restaurante japonês na Avenida Bandeirantes. O atendimento e a recepção calorosa são coisas incríveis, que me encantam”, conta.

Sinal amarelo: (Falta de) Velocidade

“A velocidade é literalmente um sinal amarelo. Tudo é mais lento do que deveria ser. O belo-horizontino tem a velocidade mais baixa, por isso leva mais tempo para fazer as coisas. Inclusive, a disposição das pessoas para saírem para os eventos é baixa também. Tem ótimos bares aqui e as pessoas ficam em casa. O mineiro precisa estar mais disponível para se divertir”, diz.  

Sinal vermelho: (Falta de) Eventos

“A quantidade de eventos na cidade é baixíssima. Eu acho que BH tem um potencial arquitetônico e um clima muito bom, mas nós não aproveitamos isso. É necessário desenvolver um trabalho governamental, para que bons eventos culturais aconteçam em maior quantidade. Todo mundo ganha com isso”, pontua.

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