24 de outubro, 2017 | Autor(a): Paulo Cesar de Oliveira

A sucessão de 2.018

Que os deuses nos livre do nível que se desenha para a campanha presidencial do ano que vem. Sem qualquer traço que os identifiquem como líderes, os que até aqui se colocaram como aspirantes à presidência, não querem ser como a pata, que bota silenciosamente, por isso ninguém come os seus ovos. Preferem ser como as galinhas, que aprontam escândalo com seu canto para vender seus ovos. A galinha tem tido sucesso ao longo da história da humanidade. Os que assim agem, na política, vez ou outra conseguem se tornar conhecidos e  aparecem como salvadores da pátria mas, invariavelmente, se dão mal logo adiante. Lula parecia ser uma exceção. Mas os fatos e a Lava Jato, cuidam de mostrar não ter sido tudo o que dele se pensava. Alçado à condição de mito, Lula agora vive fingindo estar em campanha mas, na prática, trabalha com  para se transformar em perseguido político, no que parece ser, sua principal estratégia para se livrar da cadeia. Ciro Gomes, o outro candidato , segue sua saga de caminhar pela contramão. Saga que começou deixando São Paulo, ainda criança, para fazer sucesso no nordeste. Foi um retirante às avessas, assim como tem sido um candidato às avessas. Enquanto Collor foi o político ‘daquilo roxo”, Ciro virou o candidato “testosterona” , num discurso que premia a masculinidade, como se este fosse o problema do país. Marina tenta se posicionar, agindo como  o Saci Pererê, que sai  da floresta para suas peraltices, fazendo comentários beiram o hilário. Jair Bolsonaro, anda sem rumo em sua campanha. Além de discurso com alguma seriedade, falta-lhe capacidade de se orientar geograficamente, tanto que, em campanha em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, saudou os paulistas e elogiou a Polícia Militar de São Paulo. Brincar de ser candidato, dá nisso.  Alckmin e Doria, brigam, apesar de jurarem paz,pela legenda. Quem vencer a disputa , leva para o palanque cacos de um partido que um dia pareceu ter vindo para ficar.  E Maia tenta uma campanha de trapalhão, posando de sério. Neste ritmo vai ser difícil aguentar  campanha.

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