26 de janeiro, 2018 | Autor(a): Dalila Coelho

10 lugares para tomar bons drinques

Crédito: Cecília Ganzarolli

1 | MeetMe
No Lourdes, o bar aconchegante recebe os clientes no quintal com petiscos e coquetéis charmosos. A carta de drinques possui clássicos como Mojito e Margarita e uma série de bebidas autorais e diferentes, com muitas frutas e copos retrô.
2 | Guaja
Além do café-coworking, a casa mais cool da avenida Afonso Pena é também um bar, onde as mesas são disputadas para desfrutar hambúrgueres artesanais e drinques refinados. Além dos famosos Aperol Spritz e Gim Tônica, a casa serve coquetéis inspirados em grandes mulheres, como o Elis Regina, à base de cachaça, tabasco e frutas.
3 | Bombshell
O bar na rua Sergipe é ótimo para reunir amigos no “esquenta”, tomar um drinque e curtir o DJ antes de cair na balada. Servidos em copos grandes, os coquetéis são variados e criativos, com algumas misturas inusitadas. O mais pedido da casa é o Demônio, caipirinha de limão-capeta com mel e canela em pau.
4 | Gilboa
Bem brasileiro, o bar-balada no Sion é famoso pela música ao vivo e ambiente descontraído, onde não faltam samba, forró e pagode. As bebidinhas servidas de formas diferenciadas são destaque na casa, como o Gilbule, que vem em um bule de chá e canecas esmaltadas para compartilhar com os amigos.
5 | Jângal
Dos mesmos donos do Gilboa, o pub no Cruzeiro é ótimo lugar para curtir música ao vivo e paquerar. No quintal do bar, coquetéis assinados e muito criativos agradam a clientela. Ponto alto para o refrescante Jângal 40 graus, feito com vodca, limão, cerveja de gengibre, hortelã, pimenta-dedo-de-moça e licor de lichia.
6 | Dub
No edifício Maletta, os melhores drinques ficam por conta do Dub. A casa tem uma das cartas mais elaboradas de Belo Horizonte, sendo difícil escolher um só. Destaques para o Moscow Mule, à base de cerveja de gengibre, limão e vodca, e o temperado Bloody Mary, que além do talo de salsão, leva uma fatia de bacon.
7 | Mi Corazón
No final da rua Sapucaí, o bar é ótimo para bebericar debruçado sobre a mureta mais bonita da cidade e, de quebra, dançar as brasilidades que tocam por lá. Além dos coquetéis tradicionais e autorais, a casa serve bebidas artesanais que são a cara de BH, como o Xeque-Mate, à base de mate, rum e limão, e a cerveja Belorizontina, da Backer.
8 | Nimbos
A nova hamburgueria da Savassi já está famosa não só pelos sanduíches, mas também pela carta de coquetéis impecável. Como o bar foca na simplicidade, não espere um cardápio extenso, mas, sim, produtos preparados com maestria. Dentre as bebidas, os tradicionais Jack and Coke e Negroni dividem espaço com pedidos elaborados, como o Reishi, à base de saquê e chá-verde.
9 | Pajubar
O bar que ocupa o baixo centro e aposta nas pichações urbanas como decoração conquistou o público mais descolado da cidade no ano passado, movimentando a avenida Santos Dumont com seu DJ set. No cardápio, o mais pedido é a Gim Tônica da casa, que leva hibisco e licor de romã.
10 | Jabu
A drinqueria a céu aberto funciona às quartas e quintas no clube Chalezinho, no Estoril, oferecendo drinques autorais e música ao vivo para curtir o happy hour. O cardápio não é extenso e não constam os clássicos, mas todos os coquetéis são servidos de forma inusitada. O Tea For Few, por exemplo, é feito com gim e infusões e servido em uma xícara de chá, em homenagem à lei seca norte-americana, enquanto o The Laboratory é customizado e servido em tubos de ensaio.

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